2005/10/29

De: José Silva - "www.Nortugal.info:..." 

"... Evento de 5ªfeira no Porto: Cavaco ou Universidade?"

De um lado Cavaco, defensor do desenvolvimento nacional Unipolar, não muito diferente de Soares, diga-se, a fazer de conta que acha o Porto importante, mandatado no distrito por (ambi)Valente de Oliveira que ora apoia a Regionalização ora apoia Cavaco. Do outro lado a UP e o seu encontro Porto Cidade Região. A resposta é a Universidade claro está.

Na sessão que assisti, o professor Mário Rui deixou algumas pistas interessantes para romper o cerco económico em que se vive. Modernização dos sectores tradicionais, favorecendo também os serviços a montante e jusante, a aposta da UP em 2 ou 3 «clusters» tecnológicos, envolvendo bancos e associações empresariais, a participação da UP na negociação do próximo QCA, exigindo mais meios e maior selectividade na aplicação de fundos públicos.

Algumas questões foram tocadas no debate sem se aprofundar. Um delas foi a questão da «governância». Não havendo Junta Metropolitana do Porto em funcionamento falta actor regional para operar as mudanças. A própria UP poderia assumir isso, mudando a sua estrutura superior, mas é juridicamente inviável. Há outra alternativa. (...)
Continua em www.nortugal.info.

Outras notícias :
Nota: O Nortugal.info disponibiliza-se para publicar artigos de opinião ou estudos de universitários da UP que versem sobre o desenvolvimento económico, social, tecnológico e educacional da metade norte de Portugal. Caso esteja interessado por favor contactar [email protected]

De: Carlos Gilbert - "Comentando as acessibilidades..." 

"... propostas por JA Rio Fernandes"
"1. No rodoviário: (...)
2. No ferroviário: (...)"
1. No rodoviário
2. No ferroviário
Concordo que estas ligações servirão no curto e médio prazo mais gente do que uma linha de TGV que ligue o Porto a Vigo. Que será para servir quem? Se me disserem que um dia é do ponto-de-vista estratégico importante uma ligação ferroviária que una La Coruña a Sevilha a uma velocidade razoável, com paragens em Pontevedra, Vigo, Barcelos, Porto, Aveiro, Coimbra, Lisboa (arredores) e Faro, pode ser que seja uma ideia válida, mas volto a fazer a pergunta de sempre: para quê o TGV? Os pendulares tipo Alfa não chegam, desde que possam circular à velocidade para a qual foram concebidos? Que poupança isto não traria em termos económicos? E que alongamento em tempo traria para os seus utentes? Insignificante.

C. Gilbert

De: JA Rio Fernandes - "TGV e freguesias" 

Dois comentários às notícias de hoje.

Um comentário um pouco longo:

O adiamento to TGV Porto-Vigo será de lamentar? Talvez… Mas, por outro lado, parece-me fundamental nos tempos que vivemos perceber que não podemos ter “mais olhos que barriga” e desejar aquilo que depois financeiramente não é viável e constitui mais um encargo para todos os que pagamos impostos. Afinal, Vigo fica a menos de 1 hora de automóvel e quantos lá vamos com alguma regularidade? Claro que a oferta também gera procura, mas, ainda assim, não haverá nada de mais importante para o país? E para o Norte? Se existisse uma Região Norte, eu esperaria dos seus eleitos que privilegiassem o fecho de uma estrutura que dê coerência à rede de acessibilidades metropolitana.

1. No rodoviário:
2. No ferroviário:
Talvez ainda sobrassem uns trocados em relação aos milhões do TGV. Aí, os nossos eleitos regionais poderiam reclamar, para uma segunda fase, uma ferrovia que, sem ter de ser para TGV, permitisse chegar a Vigo, com paragem a servir Braga e Barcelos, em menos de 1 hora. E ficaria para uma terceira fase a ligação (por certo muito cara) de Campanhã ao aeroporto. Quem viesse de Lisboa desceria nas Devesas e seguiria por IC1 para o aeroporto, ou por metro, ligado das Devesas à Avenida da República.

3. Entretanto proporia ao ministro uma outra poupança: a introdução de portagens no IC1. Afinal os cidadãos do litoral e os turistas não devem ser privilegiados em relação aos que residem em Paredes ou na Trofa. E é verdadeiramente imoral o que fazem com os nossos impostos, ao não de colocar portagens no do IC1 de Gaia a Estarreja, desviando para aí o tráfego que geraria receitas para todos se seguisse pelo IP1 (A1).


Outro comentário bem mais curto:

Espero que Rui Rio não se lembre de “ficar moderno” e propor desaparição por fusão de qualquer das freguesias do Porto. Compreenderei que isso aconteça em Lisboa onde há muitas freguesias com muito pouca gente; no Porto é um disparate sem tamanho. Para quem tiver alguma dúvida aconselha-se a leitura do velhinho mas ainda assim para mim o melhor livro de Hélder Pacheco. Chama-se simplesmente Porto e foi editado pela Editorial Presença em 1984.

Rio Fernandes

De: TAF - "Notícias no fim de semana" 

- Pelouros da CMP já foram distribuídos
- Rui Rio anunciou a distribuição dos pelouros
- Primeira sessão da Câmara apenas com três repetentes

- Dorminsky em Gaia: “Não concebo a Cultura sem o Turismo”
- Descoberto cofre que prova a localização da Judiaria na zona da Vitória
- TGV: Ministro Mário Lino confirmou que ligação Porto/Vigo é secundária
- Norte contesta adiamento do TGV entre Porto e Vigo
- Cartão do Cidadão começa a ser emitido até final de 2006

- António Costa revela que processo de fusão e extinção das autarquias já começou - «o Governo já convidou os presidentes das câmaras de Lisboa, Carmona Rodrigues, e Porto, Rui Rio, a integrar a comissão que vai estudar a fusão e extinção de autarquias. (...) o Governo não está a pensar em extinguir pequenas autarquias do interior, mas sim as freguesias urbanas com poucos habitantes, "designadamente em Lisboa e Porto".»

PS: Por sugestão de Paulo Vaz, no Nortugal - Evento de ontem no Porto: Cavaco ou Universidade? - e no Jornal de Negócios - «ranking» de localizações de comércio mais caras

2005/10/28

De: TAF - "Arq.º Marques da Silva" 

No almoço do Encontro Porto Cidade Região estive a conversar com o Prof. Francisco Ribeiro da Silva sobre o Instituto Arq.º José Marques da Silva.

O que eu há tempos escrevi não é inteiramente correcto, pois tem havido alguma actividade, se bem que não muito intensa. Mas o interessante é que os edifícios situados na Praça do Marquês de Pombal, com um relevante recheio legado por Marques da Silva, podem ser visitados.

Haverá interessados em fazer parte de um pequeno grupo de visitantes, em ocasião a combinar? Quem pretender aproveitar a oportunidade por favor contacte-me indicando as suas preferências quanto a dias e horas.

De: João Castell - "Mais um Ciclo Vicioso" 

Cara Manuela DL Ramos,

De facto a sua questão é muito pertinente. Por que é que Germano Silva terá feito esta doação neste contexto político? Quais as razões do seu silêncio perante a Avenida dos Aliados e outras obras polémicas do centro histórico do Porto? Parece-nos estranho.

Menos estranho nos parece, quando percebemos a ligação de Germano Silva à SRU. Germano Silva, bem como Hélder Pacheco, fazem parte da equipa da Porto Vivo da SRU, e submetem a sua Liberdade Teórica e Crítica a uma Sociedade muito apadrinhada por Rui Rio.

De facto há coincidências...
Um abraço.

De: F. Rocha Antunes - "Ehal" 

Caro David Afonso,

Não podia estar mais de acordo com o seu último post.

A ideia de diversificar e potenciar o património histórico do Porto é crucial para a sustentabilidade da recuperação da Baixa.

Falta saber se, numa cidade com a Universidade que tem, há gente capaz de entender isso e desenvolver o trabalho necessário à afirmação internacional da importância dos vestígios encontrados.

Não posso deixar de me lembrar que foi a partir de uma ideia assim simples e óbvia que um ex-emigrante fez a sua fortuna recente e inventou o mercado do turismo do Douro.

Não ficou à espera de ninguém nem pediu licença: fez. É do que estamos todos a precisar: de fazer, não de falar mais.

Francisco Rocha Antunes
Promotor imobiliário

De: Manuela DL Ramos - "«...a cidade só tem a ganhar com isso...»" 

Germano Silva, a propósito da mostra «A Favor do Porto», constituída pelo seu espólio doado ao Arquivo Histórico do Porto:
«"Sabendo nomeadamente que a sua rua tem história, as pessoas preocupar-se-ão em preservar esse lugar", advogou, considerando ao mesmo tempo que "a cidade só tem a ganhar com isso".» (n'O Primeiro de Janeiro)

A rua, a Avenida, a Praça... Não? Nunca entendi o silêncio de Germano Silva (e não só...) sobre a "requalificação" dos Aliados e da Praça. (É que francamente, não me passa pela cabeça sequer que seja devido aos eventuais laços que o ligam a Rui Rio). E já uma vez aqui exprimi o meu espanto. Porque será este silêncio? Haja coerência. Pode estar de acordo ou em desacordo, mas calado!?

E a propósito de coerência que tal uma visitinha aos Campos Elísios, os tais onde não há "canteirinhos e rodriguinhos"...
(Como é o provérbio? "Com papas e bolos se enganam os tolos"?)

Cordialmente
Manuela D.L Ramos

De: TAF - "Absolutamente..." 

- Rui Sá rejeitou pelouro da Ciência proposto por Rui Rio
- Rui Sá não assume pelouros
- Rui Sá acusa Rio de impor "absolutismo"

- Porto pode ser competitivo
- Modo de gestão das universidades necessita de uma revisão urgente
- Criar quadro de reflexão
- UP deve ser líder
- "Região Norte necessita de uma liderança forte"

- Quase 20 por cento dos portugueses com ensino superior vivem no estrangeiro
- Portugal deixa fugir 19,5% dos "cérebros"
- Incerteza domina o futuro da Casa da Animação
- 'A favor do Porto' e da sua história

De: David Afonso - "Memória Sefardita, Cultura e Turismo" 

A descoberta de um Ehal, uma espécie de nicho onde se resguarda a Torah, no n.º9 da Rua de S. Miguel, veio a comprovar a hipótese da existência de uma sinagoga naquela rua (uma outra hipótese seria a rua da Vitória). Este achado, apesar de raro (em Portugal só existem outros dois...), parece não ter despertado lá grande interesse por parte das diversas autoridades (com excepção do Governo Civil), o que me parece ser resultado de uma miopia cultural e falta de sentido de oportunidade. Continuamos a ver nestes achados arquelógicos um mal necessário de uma cidade velha, mais uma despesa para o investidor ou mais uma dor de cabeça para o proprietário, mais uma ficha para os serviços competentes arquivarem, mais um fait-divers para a secção local ou cultural dos jornais.

O Porto, cidade de comércio, atraiu desde cedo uma comunidade judaica de dimensão razoável, pelo menos com a dimensão suficiente para se chegar ao ponto de terem sido deslocados para a zona do Olival quando já não cabiam em Miragaia. Actualmente, o eixo desenhado pelas ruas de S. Miguel e da Vitória (e que compreende a Rua das Taipas e Belomonte e as Escadas da Esnoga) é um dos mais interessantes do Centro Histórico e, apesar de a história não ter parado e a cidade se ter apropriado daquele espaço, a verdade é que ainda hoje ali persiste uma certa memória do lugar, à qual ninguém ficará indiferente. Quem, informado da origem daquele bairro, por ali passeia não terá muita dificuldade em imaginar o que teria sido a antiga judiaria porque o essencial (desenho urbano e a escala de maior parte do edificado) continua intacto. O que é lamentável é que esta memória continue a ser tão pouco publicitada e que nem seja por aí além aproveitada para o bem de todos.

Já me referi a isto em outras ocasiões e hoje vou reincidir. Proponho uma abordagem em rede:
O que proponho não é nada de novo. Os nossos amigos espanhóis já experimentaram a receita (Red de Juderías de España), nomeadamente como iniciativa integrada na estratégia de reabilitação de centros históricos degradados, e o resultado tem sido muito positivo. Não há que ter vergonha em copiar boas ideias. É verdade que entre nós nem todo o património judaico será tão exuberante como o que podemos encontrar em Espanha, mas uma rede bem estruturada, que oferecesse um conjunto de produtos para além dos monumentos propriamente ditos, como gastronomia (Kosher ou não) e eventos académicos e culturais de qualidade só poderia ter bons resultados. A valorização do património, inclusive do património intangível, tem de passar pela sua valorização turística.

A partilha de recursos e de custos proporcionada pelo efeito de rede tornaria a Rede de Memória Marrana num produto bastante variado e apetecível para determinados segmentos da procura, sem que tal significasse um grande investimento. E, por tabela, acabaríamos todos nós por ficar a ganhar. A oportunidade está aí.

David Afonso ([email protected])

[*Publicado no http://odoloeventual.blogspot.com]

2005/10/27

De: TAF - "Porto Cidade Região" 

Estive todo o dia de hoje na Faculdade de Engenharia, cumprindo o meu “dever cívico” de participar no encontro Porto Cidade Região. Não dei o tempo por perdido, mas também não fiquei contente com a rentabilidade deste “investimento”…

Das quatro sessões, apenas a segunda, com Emídio Gomes e Camilo Lourenço, teve uma apresentação interessante e com um discurso um pouco à margem do “mainstream” nos meios universitários nortenhos. Salientou-se aí a culpa da própria Universidade na situação a que se chegou e os efeitos perniciosos do excesso de “dinheiro fácil” que tem sido colocado à disposição dos académicos.

Quanto ao resto, o habitual: ou generalidades iguais às do encontro inicial em 2004, ou então alguns disparates como este que relato a seguir.

Na sessão sobre “Infra-estruturas, Redes e Competitividade”, a única proposta concreta foi a da criação de uma rede metropolitana de fibra óptica, provavelmente semelhante a algo que eu já antes aqui tinha comentado. Não compreendo a que propósito é que o Estado (ou alguma entidade que não uma empresa de telecomunicações), se há-de lançar numa iniciativa destas. Se existem clientes para o serviço (e aos clientes o que interessa é o serviço em si, e não a infra-estrutura que o suporta), certamente que o mercado terá todo o interesse em fornecê-lo. Não há nenhuma barreira técnica ou administrativa que o impeça.

A única dificuldade pode ser a ausência de um mercado efectivamente livre, pois há uma dominância inadmissível da Portugal Telecom. Mas aí a solução é exigir a aplicação da lei, e não meter a foice em seara alheia. Isto parece-me evidente, mas pelos vistos há muita gente na Universidade que não pensa assim. Serei demasiado liberal?

Repare-se na proposta de Pedro Veiga, Presidente do Conselho Executivo da FCCN, presente também no debate. Segundo ele, num país nórdico (seria a Suécia, não me recordo) o Estado assumiu a criação e gestão de infra-estruturas semelhantes, porque supostamente não seriam rentáveis em zonas mais periféricas. Depois o Estado vende às empresas de telecomunicações capacidade de transmissão nessa rede. No caso português ele defende por isso uma solução semelhante, gerida por uma nova empresa pública a criar

Como se não tivéssemos Estado a mais, e mal gerido, afinal o que precisamos é mesmo de mais uma empresa pública! Enfim, é por isso que Portugal está como está: cheio de boas intenções e falta de senso. Em resumo, com excepção da tal segunda sessão, isto define o que foi o "Porto Cidade Região" de hoje.

De: Cristina Santos - "Continuamos coerentes" 

O novo executivo não pretende afrontar a oposição mas o primeiro passo após a tomada de posse é o bairro de Aldoar.

Claro está que a visita não é uma brincadeira, não é uma tentativa de demonstrar a força à oposição, nem sequer é uma analogia com a frase imensamente repetida do – Não devemos nada a ninguém - é pura e simplesmente uma nova preocupação.

Rui Rio deve ter ficado intrigado com o comportamento pouco cívico das gentes de Aldoar, por isso reuniu a comitiva e já está a tratar do assunto.

Sim porque o nosso Presidente tem sempre a última palavra, aliás que o executivo vai retirar desta visita conclusões muito importantes para a gestão dos bairros sociais – é preciso obras em Aldoar.

A partir de agora vamos ver o nosso Presidente em todos os bairros ou quarteirões que necessitam de obras, é importante que Rui Rio disponha do seu tempo para calcorrear estes locais, é uma prova de humildade...

Mas acima de tudo é a prova que as prioridades do nosso executivo passam por dignificar a imagem, por tornar a vitória ainda mais pesada, para que ninguém questione a liderança – esta é a única forma de Governar a nossa cidade conspurcada de insurrectos.

A esta hora não devem faltar munícipes a pensar que deviam assumir publicamente que já ofenderam ou pensaram ofender o Dr. Rui Rio, nomeadamente aqueles que estavam em Aldoar, mas até são de Campanhã ou do São João de Deus.

Sim, porque nestes tempos de chuva, a lama e a porcaria no São João de Deus deviam merecer uma atenção especial – que se saiba Aldoar nem é prioritário – ora quem não ofendeu o Presidente lamenta não o ter feito, só pode lamentar, porque agora correm o risco de continuar a receber a chuva directamente da atmosfera enquanto são resolvidas as infiltrações em Aldoar.

Possa, e nós contra a violência exercida - dane-se lá isto, afinal ser violento compensa.

Cristina Santos

De: Paulo Espinha - "A vereadora com minúscula..." 

Carissimos,

Sei que alguns de vós me acham demasiado agressivo...
Sei que estão em desacordo comigo, quando eu digo que, antes demais, é uma questão de carácter!

Pois, hoje, após leitura das notícias, reafirmo:
EU NÃO GOSTO DO rui rio! E AGORA TAMBÉM NÃO GOSTO DA vereadora!!!

SE ASSIS SOUBE ASSUMIR A DERROTA COM DIGNIDADE, CONFIIRMA-SE QUE os vencedores NÃO SABEM ASSUMIR A VITÓRIA...

O PORTO CHORA. CHORA BAixinho.........

Paulo Espinha

De: TAF - "Mais um debate" 

- Hoje vou ver se o encontro "Porto Cidade Região", de que já aqui foi dada notícia, vale ou não a pena. É o dia inteiro, espero que se justifique.
- Sinagoga descoberta no Porto

- "Primeiro deve pedir desculpas pelos insultos. Depois, vou pensar no seu caso" - a autora desta frase (com quem nunca contactei) acompanhava Rui Rio na visita a Aldoar. Já anteriormente (por exemplo com este recado pessoal que achou merecedor de divulgação pública no site da Câmara!) tinha dado outras provas de não estar à altura do cargo de Vereadora da Habitação Social... Fazer-se respeitar não é sinónimo de abuso de poder. Só nos faltava mais uma pessoa quezilenta na autarquia, ainda por cima num pelouro delicado! Ler também Um regresso pacífico.

2005/10/26

De: Pulido Valente - "Que querem estou xé-xé" 

Senhor Presidente da CMP Dr. Rui Rio

VAMOS TRABALHAR – desejamos que vamos seja um convite aos cidadãos para se juntarem à CMP, no trabalho imenso que ela tem pela frente, agora que não está condicionada pelas jogadas da oposição.

Preocupados com as dificuldades que, reconhecidamente, tem tido quanto ao funcionamento dos serviços de fiscalização e urbanização um grupo de cidadãos ligados ou não aos blogues "A BAIXA DO PORTO" e ao PNED, Provotar, entre outros, decidiu constituir-se em grupo de apoio aberto para prestar apoio aos administradores da coisa pública recentemente nomeados para gerir a CMP.

No que ao urbanismo diz respeito a lista dos desmandos e ineficácia é extensa e, por vezes, contem decisões contraditórias. Sem exaurir esses factores conducentes a uma gestão deficiente indicaremos sumariamente alguns sem que os consideremos os mais importantes ou de solução prioritária. (A lista das tarefas a executar será elaborada em reuniões com a CMP se a nossa proposta for aceite):
- Um preciso e claro conhecimento das leis e da sua aplicação; a organização dos serviços de modo a que eles respeitem a lei, nomeadamente no que a prazos diz respeito; a agilização dos procedimentos burocráticos; a criação de sistemas que desbloqueiem a perniciosa influência de grupos de pressão de dentro e de fora da CMP; ...

No que à aplicação da lei diz respeito será necessário criar apoios de juristas experientes nesta área pois a fragilidade das decisões anteriormente tomadas pela CMP com base em pareceres jurídicos que não foram escrutados – mesmo os encomendados fora, veja-se o caso do parecer do Professor Alves Correia para o Parque da Cidade - produziu contestações várias nos tribunais e trouxe danos sérios para a cidade. O da Dr.ª Fernanda Paula Oliveira sobre a maneira de usar as Medidas Preventivas foi mal interpretado pelos serviços que estiveram meses a agir ilegalmente.

No essencial o que se pretende é pôr ao serviço da cidade mais esforços e vontades de bem fazer para que a gestão municipal seja a melhor possível de modo a que a cidade saia da depressão e inicie rapidamente o contra ciclo de ressurgimento na sua total pujança, beleza e o equilíbrio das forças em presença.

De: Pedro Lessa - "Património e o antigo II" 

A minha intenção ao enviar o último post sobre o Património e o Antigo foi tentar que se discutisse o que fazer no centro histórico e Baixa com argumentos racionais, numa discussão clara e menos emotiva.
Já apareceram comentários "bárbaros" e algumas questões, pertinentes é certo, do Arq JPV.

Era minha intenção que se discutisse o que fazer, para ver se realmente se FAZ alguma coisa. Dei dois exemplos (não quer dizer que concorde com eles ou não), um deles levado ao extremo e outro numa cidade, Barcelona, que se FAZ mesmo e não se anda a brincar aos centros históricos.
Em Barcelona, o edificio em questão é só a sede dos arquitectos (www.coac.net). Estamos a falar de um projecto de 1962 (!!!) do arq Xavier Busquets, onde estão serigrafados na fachada do corpo baixo, desenhos de Pablo Picasso (isto é arte na cidade ou não?).

Um centro histórico também pode ter exemplos de fraca qualidade, podemos perceber a qualidade e também o hibrido, fruto de acrescentos no tempo por isso passivel de demolição (há vários exemplos, é só fotografar).
O Mestre Távora ensinou-nos muita coisa, caro arq JPV, e por isso termino com uma citação dele:
"a história vale na medida em que pode resolver os problemas do presente e na medida em que se torne um auxiliar e não uma obsessão".

P.S.- Só para se ter uma noção do papel do arquitecto em Barcelona, existem mais arquitectos na Catalunha do que em Portugal inteiro.

Cumprimentos.
Pedro Lessa.
[email protected]

De: P Aroso e LB Dias - "Um Verdadeiro Escândalo!" 


Na Av. Marechal Gomes da Costa, não muito longe do nosso escritório, temos assistido, incrédulos, ao nascimento desta aberração. Numa avenida que é um ex-líbris da cidade e onde até aqui ainda não se tinha registado nenhum atentado grave à tipologia dominante (moradias de rés-do-chão e andar), eis que surge este "comboio" de 4 pisos. O autor do projecto é incógnito, apesar da legislação ser clara a este respeito, obrigando à colocação de placa identificadora.

Aparentemente a obra está parada, facto que pode indiciar o seu embargo. Nesse caso, apetece-nos perguntar: por onde andou durante os últimos meses o fiscal da CMP, responsável pela zona da Foz?

Pedro Aroso
Luiz Botelho Dias

PS: O Dr. Rui Rio escolheu a freguesia de Aldoar, dirigida pelo "Projectista de Arquitectura" para dar o pontapé de saída do novo mandato. É uma escolha que revela a consideração que o Presidente da Câmara do Porto tem pelos arquitectos.

De: Teófilo M. - "Estranho? Nem por isso." 

O discurso do edil de Gaia sobre o Metro na Boavista, poderá ter admirado muito boa gente, mas, os que privam com o personagem, sabem bem que o perfil de Menezes pode ser utilizado para substituir o antiquado galo que impera no cimo de muitos cataventos.

O que sempre pretendeu foi poleiro, quanto à posição, estará sempre de acordo com os seus interesses pessoais a que subjuga toda a sua actividade.

Ora, esta nova atitude consensual sobre o Metro, parece-me ser a escolhida para lhe permitir a entrada na administração da entidade com o mesmo nome, agora que a remodelação da administração entrou na calha do agendamento político, e em simultâneo servir de capa e em paga, de algo que permanece escondido nos gabinetes decisórios e começa agora a vir à tona como resultado do volte-face.

Opiniões colhidas aqui e ali, são unânimes em apontar que a linha na Boavista se impõe, até porque a saturação da linha entre a Senhora da Hora e a Estação da Trindade, rapidamente será atingida, porque nela estão contidas composições de quatro linhas diferentes, com frequências elevadas e que, actualmente, para apenas três linhas, estão separadas por quatro minutos, segundo números da Metro.

Assim vejamos, na linha Azul, a frequência é de dez em dez minutos durante o período que decorre das sete às 22 horas, com uma velocidade média de 24,33 Km/h, o que nos permite dizer que a cada 4 Km de via encontraremos uma composição dessa linha, a que teremos de juntar as da linha Vermelha com uma frequência de 15 em 15, das sete às vinte, mais a da linha Verde que tem uma frequência de 20 em 20 minutos no mesmo período, fazendo com que a frequência passe a ser de uma composição de quatro em quatro minutos, o que baixará a distância entre elas para cerca de 1.500 metros, a manter-se a velocidade constante.

Ora, com mais uma linha, a do Dragão-Aeroporto, e juntando-lhe a ampliação das linhas a Gondomar, Trofa e Póvoa, essa frequência irá baixar, mas também a distância entre composições será reduzida, começando aí a surgir a limitação por questões de segurança, impedindo assim que o metro, num futuro próximo, possa ser expandido em termos de capacidade e velocidade, daí a necessidade de desviar parte do seu movimento para a Linha da Boavista.

Erro de concepção? Subestimação da utilização? Equipamento desajustado? Quem foi responsável? E como remediar a situação?

Perguntas que serão necessárias fazer e respostas que se esperam ouvir, ou mais uma vez a culpa morrerá solteira.

Cumprimentos
Teofilo M.
--
Nota de TAF: A linha da Boavista em quase nada contribui para aliviar o estrangulamento Trindade / Senhora da Hora. Já escrevi sobre isso por exemplo aqui. Continuo a achar que a Linha da Boavista (com o metro em via exclusiva) é prejudicial para a mobilidade na zona da Boavista.

De: João Castell - "Incerto e Impreciso" 

Tenho tido a oportunidade de viajar algumas vezes para os países nórdicos, para os mais latinos e tenho estado em contacto com algumas pessoas ligadas à ciência e a arte, que lidam com problemas concretos dos seus países.

Tenho observado atentamente o discurso de Pulido Valente e confesso que a arrogância e as imprecisões com que fala são tantas que é difícil perceber onde é que está a sua linha de pensamento. Por um lado questiona a permanência centro histórico lhe forem roendo, aos poucos e poucos o que ele É. Contudo pelo que me apercebi é um Homem que está ligado às artes. E nunca vi nenhuma proposta credível para o Porto, sob o ponto de vista da continuidade arquitectónica, pelo contrário. Com todo respeito, ponho em causa o discurso imaculado de Pulido Valente.

Confesso ainda que esperava uma elevação no seu discurso, isto porque conheço o edifíco em Barcelona em causa, e considero-o tão bárbaro quanto o seu discurso impreciso e incerto. Falar das generalidades são de fácil especulação, compará-las com as suas atitudes e comportamentos na sua vida profissional vai um bom pedaço.

De: TAF - "Apontadores" 

Na CMP:
- A tomada de posse e o discurso
- Aguiar-Branco é o novo Presidente da Assembleia Municipal

Nos jornais:
- Segundo mandato de Rio arranca em Aldoar
- Rio faz questão de começar por Aldoar
- Olhares fora do Porto e Discurso sem alusão à comunicação social
- Enchente na Câmara com menos euforia
- Oposição não encontrou novidades e fala de “declarações vagas”
- Valentim Loureiro e Menezes presentes
- Aguiar-Branco: líder da assembleia

- Gaia: Nomeações em empresas municipais
- Grande Área Metropolitana do Porto: Licenciados 173 mil fogos em nove anos
- Adesão faseada à intermodalidade
- Intermodalidade sem data

2005/10/25

De: Pedro Aroso - "Voltem, estão perdoados!" 

De acordo com o JN Lino Ferreira vai mesmo ocupar o pelouro do Urbanismo da Câmara Municipal do Porto. Pior era impossível!
Com esta escolha, Rui Rio quis desmistificar todas as ilusões (se é que alguém as tinha). Ao convidar um burocrata experiente para ser o seu testa de ferro, está a enviar uma mensagem clara a todos os agentes ligados ao sector da construção civil. O imobilismo é para continuar nos próximos quatro anos, mas a partir de agora o pelouro será gerido por um profissional.
Ao Ricardo Figueiredo e ao Paulo Morais, envio um grande abraço.
Voltem, estão perdoados!

Pedro Aroso

De: TAF - "Notícias do dia" 

Gaia:
- Menezes toma posse e aposta nas sinergias metropolitanas
- Menezes recusa negociar mexida na Metro
- Distribuição de competências

Porto:
- Indefinição de Rui Sá no dia de tomada de posse
- Expectativas baixas para Cultura da cidade

PS:
Ontem escapou-me esta - Desespera por decisão da Câmara

2005/10/24

De: Pulido Valente - "Moderno no centro histórico" 

Ó gentes aqui vai mais do mesmo:
1 - por favor digam-me como querem que o centro histórico permaneça histórico se lhe forem roendo, aos poucos e poucos o que ele É.
2 - por favor expliquem-me quais os critérios para dizer que aqui sim mas ali não se pode demolir e fazer novo.
3 - por favor expliquem-me por que raio vale a pena falar disto em relação a terrenos livres no centro histórico.
4 - por favor expliquem-me porque é que as construções no centro histórico não devem ser regulamentadas e, se calhar até, com vários projectos tipo para cada quarteirão.
5 - por favor expliquem-me em que ponto a arquitectura deixa de ser saber e passa a ser cenário/desenho/moda.
6 - digam-me também porque se preocupam tanto com tão pouco mercado já que estaremos todos de acordo que o centro histórico é para ser preservado/salubrizado e não modernizado/posto na moda.
7 - Ó arquitectos, o Távora não conseguiu ensinar-vos nada?
Aquele exemplo de Barcelona, na imagem, é uma infelicidade, o outro não percebi.

De: Alexandre Burmester - "É já a seguir..." 

A propósito da actual calmaria sobre os assuntos prementes e pendentes a que refere no seu texto, tenho a certeza que em nada estejam calmos, mas sim a correr ao gosto e ao sabor do actual executivo.

Por mim falo, e por isso percebo o meu próprio silêncio. Preciso de um tempo para reciclar e ganhar força, após a vitória clara deste executivo nas últimas eleições. Mas também porque dá vontade de deixar andar, e depois quando acabadas as asneiradas limitar-me àquela velha máxima de “Eu não disse?”

Porque quem assim votou, seja por ignorância, teimosia, ou convicção, não merecerá outra coisa, e vai ter de gramar esta forma do “quero, posso e mando” de governar; e vai esperar por soluções para um bom funcionamento da Casa da Música; pela existência de uma vida cultural na cidade, pela resolução do Túnel de Ceuta, pela resolução do Edifício transparente, pelo uso da Ponte D. Maria, Palácio do Freixo, pela utilização além “esgoto” do rio Douro, pela ausência de eléctricos, pelas soluções dos Bairros sociais, pela falta dos 100 milhões de indemnizações a pagar, mais outro tanto por causa da falta de PDM, pela ausência de voz por uma região, pela definição de estratégias com mais de 10 cm de visão e de 5 minutos de tempo, e tantos outros para culminar no contínuo marasmo da e na cidade.

Preciso de um tempo. Estou amuado :-)
Mas passa e volto já. O Porto acima de tudo.

A. Burmester

De: JA Rio Fernandes - "Em resposta a Teófilo M." 

Pois é… de repente fez-se a calmaria!

Mas não me parece que venha aí tempestade. Trata-se, penso eu, do mero reconhecimento do lado donde sopra o vento (sem que pareça adiantar muito pequenos sopros em direcção diferente). A acreditar na continuidade, teremos lutas com o governo pelo túnel “à la Rio” e por dinheiro para o Metro pagar o que as câmaras mandaram, Aliados “requalificados”, área metropolitana à deriva, cidade parada... Ou não? Será que os mesmos protagonistas na AMP (à excepção do Eng.º Guilherme Pinto que daqui saúdo!) terão capacidade de regeneração e de entenderem que o dinheiro deixou de abundar para novo-riquismos feitos, para falar apenas de um exemplo, de estações de metro a mais (a dos Aliados, bem junto à da Estação de S. Bento e que afinal não tem ligação directa à estação!!!), intervenções caras onde não faziam falta (os Aliados, com a Trindade logo ali à beira) e que é do interesse dos cidadãos que eles representam a construção de objectivos metropolitanos e a concretização de acções que não podem ser conseguidos apenas por uma das câmaras, como a tão falada revitalização da Baixa ou a qualificação das periferias (que não faz menos falta)?

Por outro lado, acho que o silêncio é também o resultado de uma constatação: que não é apenas através da conversa entre nós que se mudam as cidades. E que, à hora de votar, o povo tem sempre razão! Ou não? Haverá regime menos mau que a democracia? Por mim ainda acredito nela, com todas as suas imperfeições (tal como os têm os homens e as mulheres que a fazem) e também acho interessante o debate de ideias em blogs ou outros espaços de cidadania. Daí até à concretização daquilo em que nós acreditamos vai uma diferença. Mesmo porque nem todos acreditamos no mesmo. E porque também, lamentavelmente, no regime que temos, parece que são cada vez menos (ou cada vez mais os mesmos) os disponíveis para o trabalho autárquico e político-partidário, sem desprimor para outras formas cidadania.

Rio Fernandes

De: Rui Valente - "A tempestade do silêncio" 

Caro Sr. Teófilo M.,

Sem qualquer ironia ou presunção, sugiro-lhe a leitura do meu comentário neste blogue, em 17/10/2005 para verificar se não encontrará nele a resposta às suas dúvidas.
Não andaremos todos a discutir o "sexo dos anjos"?

Cordiais saudações,
Rui Valente

De: Teófilo M. - "O estranho silêncio" 

De repente, no fim do ruído provocado pelas autárquicas e das suas, muita das vezes, polémicas análises, abate-se sobre a cidade um grande silêncio!

Avenida dos Aliados, Túnel de Ceuta, revitalização da Baixa, funcionamento da Casa da Música, Centro Materno Infantil, Mercado do Bolhão, Edifício Transparente, Metro na Boavista, Palácio do Freixo, Despoluição do Douro, aproveitamento da Ponte D. Maria, parece terem ficado algures, perdidos na estrada do futuro próximo, e os nomes que tanto se bateram pela defesa do Coliseu, ou pelo restauro e reactivação do Rivoli, parece que emudeceram padecendo de uma qualquer doença misteriosa que insidiosamente vai minando a urbe tripeira.

Estaremos todos à espera de quê?

Será este um dos tais silêncios prenunciadores de forte tempestade, ou é apenas mais um sinal de que o Porto jaz, agonizante, num estertor de morte anunciada?

Vamos ficar a assistir? Calmamente?

Cumprimentos
Teofilo M.

P.S.: Caro Pedro Lessa, gosto da intervenção em Barcelona, a de Colónia é agressiva demais, para os meus gostos.

De: Carlos Gilbert - "O JN e o novo aeroporto..." 

"... e a baralhação dos "númbaros"..."

Transcrevo da notícia do JN de hoje: «Com o aeroporto em fase final de ampliação e a nova aerogare, a ambição é que o tráfego de passageiros continue a crescer, estimando-se que, em dez anos, se alcance a meta dos seis milhões de passageiros diários.»

E julgava eu que a ambição era chegar aos seis milhões de passageiros anuais! Devo estar a pensar em cêntimos, quando se deve pensar em milhões!...

Humor à parte, devido à gralha da notícia, mas o que conta é que temos vindo a debater aqui um aspecto que se revela de grande importância para toda a zona da qual a nossa cidade do Porto é o centro. Assim como o foi durante as décadas de ouro do Vinho do Porto, da têxtil, do calçado e de outras indústrias, terá de continuar a sê-lo no futuro e tal só passa por uma forte aposta em duas vertentes: comunicabilidade e inovação.

A comunicabilidade engloba tudo o que é podermos comunicar com facilidade entre nós e com o exterior, desde as redes de comunicação da palavra até às redes de transportes. A inovação engloba tudo o que é adaptarmo-nos às novas realidades a nível global e tentar capitalizar o máximo possível para a nossa região, e inclui também o ensino adaptado a essa nova realidade. O resto virá por acréscimo.

Tal como em épocas passadas foi vital os portugueses aprenderem o inglês para procederem às transacções comerciais que fizeram da nossa região a "capital do trabalho", e foi vital termos um bom porto marítimo e um aeroporto com ligações directas com os principais destinos no estrangeiro, é agora vital conceber estratégias que unam as potencialidades que ainda vai havendo para que o futuro volte a ser de alguma forma próspero para as nossas gentes.

Resta saber a quem compete tomar as decisões para que tal passe da teoria para a prática.

C. Gilbert

De: TAF - "Passos seguintes" 

- Tomada de posse de Rui Rio como presidente
- “Agora já não há desculpas”
- Entrevista ao vice-reitor da Universidade do Porto, no Janeiro
- Morar na Baixa a baixo custo
- Universidade do Porto antecipa museus
- Arte - Novo espaço aberto no Porto
- O aeroporto em foco no JN
- Soares e Cavaco escolhem Porto para acções decisivas - Bom gosto e bom sinal! :-)

- Uma simples história
- Escola Virtual para filhos de emigrantes

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